Colecionador de Jaú guarda mais de 250 discos em seu acervo
Blog

Colecionador de Jaú guarda mais de 250 discos em seu acervo

23 de agosto de 20213 min de leitura
#Imobiliária Jaú - Empresa Madrinha de Boas Notícias na cidade

Esse conteúdo é um oferecimento da Imobiliária Jaú, empresa madrinha que apoia as boas notícias de Jaú.


Com a chegada das plataformas digitais o modo como consumimos música mudou. Não precisamos mais comprar uma mídia física como o vinil e o cd para conseguirmos ter acesso a um álbum musical, pois, qualquer lançamento hoje é instantâneo no mundo digital com apenas um clique.

Mas, se você acha que as mídias físicas morreram, se enganou. O mercado de vinil se reacendeu e vem crescendo mais e mais a cada ano em todo o mundo, se tornando além de um item de luxo, item de colecionador. Prova disso, são os artistas relançando seus álbuns em formato de vinil.

Conversamos com o colecionador jauense, André Luiz Cézar, de 23 anos, que desde 2010 começou a colecionar vinis, cds e fitas K7 buscando mais qualidade sonora, em uma época que baixar música na internet estava em alta, mas nem sempre o arquivo vinha com boa qualidade.

Sua coleção tem aproximadamente 250 itens. Amante de música pop, o primeiro álbum que ele mesmo comprou foi o “Oops!… I Did it Again’’ da cantora Britney Spears lançado em 2000.

André relata a dificuldade em achar lojas físicas no interior de SP, tendo que realizar as compras em lojas online, com preços mais salgados, além do frete.

Antes a pandemia ele costumava ir à sebos, (nome popular dado a lojas que compram, vendem e trocam produtos usados, como livros, revistas, cds, vinis, etc…), para garimpar álbuns antigos e raros. Seus itens mais raros são os lançados exclusivamente no Japão, como o EP ‘’Rain’’ da Madonna e edições limitadas como a fita K7 do álbum “… Baby One More Time’’ da Britney Spears.

Perguntado qual álbum ele tinha mais carinho, André disse:
“Gosto muito de todos que foram presentes em datas especiais, como por exemplo dois cds que ganhei de amigo secreto, e os que eu ganhava de presente de aniversário, como o vinil do álbum “True Blue” da Madonna, dado pelo meu pai, esses são guardados com muito carinho.’’

Questionado sobre o futuro das mídias físicas:
O consumo de mídia física voltou a crescer nos últimos anos, principalmente no formato de disco de vinil, porém para esse consumo voltar a crescer no Brasil pode levar um grande tempo, tendo em vista que a maioria dos discos de vinil são importados e o dólar/euro se encontram muito caros. No exterior seu consumo já é bem grande e vem aumentando aos poucos por aqui. Recentemente, depois de mais de 30 anos, a venda de discos de vinil ultrapassou a de cd.”

Foi-se o tempo que só tínhamos acesso a um álbum adquirindo a mídia física ou tendo que comprar um cd de novela apenas por uma música, hoje o acesso a música é imediato, mas, há quem goste de sentir o prazer em colecionar e ler o encarte com as letras ou apreciar a arte da capa de um disco, além de apoiar o trabalho de seus artistas favoritos…. O mercado de álbuns físicos está longe de morrer.


Esse conteúdo é um oferecimento da Imobiliária Jaú, empresa madrinha que apoia as boas notícias de Jaú

Fonte: Solutudo

Compartilhar este artigo:
Comparar Imóveis
Favoritos